À sombra da macieira com um livro por companhia encontra-se à sua beira o relaxar que já antevia poder receber quando o idealizou no dia que passou onde tudo planificou para a manhã a conhecer desde o seu assento sem grande vento e com amena temperatura apropriada nesta altura do ano em que experimentou poucas sensações similares a estes ares que vai sentindo em dia tão lindo. Já no final da manhã cai-lhe em cima uma maçã da qual vê como essencial sua sombra real pois caiu mais para lá do lugar onde está meio sentada e quase deitada quando outra maçã a atinge e ela finge não fazer caso por dever pensar que caiu ao acaso o fruto nada visível talvez por ter ido parar ao lado que não está a avistar com bom nível. Mas quando sente o abanar da árvore, com força brusca é que ela vai em busca do motivo ainda desconhecido nem sequer com palpite sentido sobre qual será o verdadeiro para tanto apontar certeiro na sua cabeça acertado quase parecendo propositado.
(de "À sombra da macieira")
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