Dia de ir ao parque no oitavo da sua estada mas não dos que têm arvoredo que proporcionam bom enredo quando o relaxamento se faz passeando a contento à beira de alguma lagoa ou em banco de jardim alheado da vida passada que ficou lá fora enquanto naquele confim nada destoa da realidade que ali mora onde há sempre embarque para qualquer pensamento ou sonho que não vai embora pois ali tem sua realização através da procurada produção que a mente anuiu quando foi chamada por haver quem preferiu dar-lhe a claridade depois presenciada com a adequada luminosidade numa pequena viagem sem grande sobressalto por não haver mar alto ou perigosa miragem que ponha em risco efectivo o sonho temporário que é sempre positivo em quem o pretende diário.
(de "VIII")
Sem comentários:
Enviar um comentário