quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O Sino

O sino começa a tocar talvez para anunciar algum falecimento que venha a ter seu evento em forma de funeral ali, naquele local uma remota aldeia onde muita gente se passeia possivelmente por ser feriado ou algum domingo antecipado de ponte vestido por cada trabalhador recebido como justa compensação da sua diária aplicação na função que desempenha à espera que venha seu ordenado sempre tão desejado mesmo que haja ponte nacional a ser aplicada no local a terra citada difícil de ser encontrada por estar escondida na rota percorrida por quem vai de viagem preferencialmente sem paragem só querendo auto-estrada para andar acelerada em extensível velocidade de pouca responsabilidade não fazendo trajecto que permita um correcto conhecer do país rural que é tão essencial para o desenvolvimento mediante o envolvimento da local população em benefício da nação. O sino ainda dá sinal com seu toque infernal parecendo o fim do mundo sem haver fundo de alguma esperança numa salvação, com confiança de ser bem sucedida pelo destino, cedida a seus habitantes por ali constantes na pessimista perspectiva que avista uma senhora de idade de nobre identidade na aldeia conhecida por sua longa vida sempre passada sem alguma maçada na sua terra de afeição onde tudo lhe saiu de feição com sua ajuda a quem não estuda nem agora nem no tempo que foi embora. Esta senhora foi a primeira a chegar à beira da igreja onde ninguém festeja por se pensar que existe morte a pairar até aqui anunciada pela sonoridade elevada do sino a ser tocado durante um bom bocado mas que agora parou talvez porque já chamou demasiada gente a estar bem presente para aquilatar a razão da sua não contenção do sino a alertar para aquele juntar de pessoas com curiosidade na procura da verdade sobre o motivo provavelmente negativo de toque agitado em lugar recatado mas onde há mortalidade. E é esta eventualidade que é esperada por quem está plantada à espera de novidade que tenha sua brevidade quanto antes em poucos instantes ou que, de imediato seja um facto de todos conhecido mesmo por algum esquecido que não se recorde no momento em que acorde do que ocorreu no dia que morreu naturalmente, o anterior finalizado pelo prior em missa celebrada com pequena ceia na católica aldeia. Parece que não há vivalma com existente alma dentro da igreja imponente virada a poente conforme é constatado pelo povo representado por dois aldeões que foram em funções de investigação até ao sino, sem condução quando esteve em badalada sem hora acertada

(de "O sino")

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