Era uma vez um escrivão que, em terra rural lesava famílias, como missão onde não faltava falsificação de documentos, com regularidade. Por isso, não era de fazer amizade em grande quantidade era indivíduo de pouca honestidade e com raro ideal na sua conduta normal. Não era um modelo de virtude com muita atitude a ser, localmente reprovada por tanta gente, admirada por haver pessoa tão virada ao contrário, quanto a costumes vários que deveriam ser sempre diários. Os sinos da aldeia começaram a tocar transmitindo a ideia de haver morte a revelar. Era do célebre personagem o escrivão, para a sua última viagem não havendo especial lamentação por tal acontecimento. Duvidava-se se teria enterro cristão para o seu final momento. Mas os frades do convento ofereceram-se para o sepultar o que veio a acontecer sem missa a condizer no seu próprio altar mas com um breve cerimonial antes de descer à sua morada final.
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