Mais uma penalização do banco em sucção da dignidade humana que desejaria ter gana suficiente para a retribuição como merecido bofetão em castigo sem piedade nem recurso à lamentação como forma de defesa que não pode ter mesa em qualquer negociação imposta em anterior situação e que a sociedade obviamente não esquece também com a benesse dada a quem não merece por nada fazer de útil apenas uma mensagem fútil a troco de um milhão e um paraíso em contemplação. Foi um sonho de justiça ainda por cima em pleno dia à saída da missa que não trouxe alegria mas sim um ser em novidade com presença discreta em chamada à parte com frase concreta: terá poder e arte para dar realidade ao que foi invocado ainda há bocado. Apenas pretende esclarecimento sobre a punição e em que momento ela terá sua aplicação. É-lhe dito, com surpresa que deveria ser já e ele responde em reza que será para já.
(de "O castigo")
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